PRESSÃO (PRESSURE – 2026)
Quando a gente pensa que já viu tudo em filmes a respeito da Segunda Guerra, especialmente sobre o Dia D, aparece uma história completamente nova e bastante surpreendente, em vários sentidos. Mas logo no começo já ficamos sabendo que o enredo se baseou em fatos reais, por mais incrível que pareça. E este é um belo drama de guerra, estrelado pelos ótimos Andrew Scott (Ripley) como o Capitão James Stagg, Brendan Fraser (A baleia) como o general Eisenhower e com a também muito boa participação de Kerry Condon (Sonhos de trem), Damian Lewis (Homeland) e Chris Messina (Baseado numa história real). Um filme muito bem feito e desenvolvido, com direção segura do australiano Anthony Maras (Atentado ao Hotel Ta j Mahal), que também escreveu e editou o filme, juntamente com David Haig, autor da peça em que ele se baseou (de 2014). Os fatos são tensos, passados em meados de 1944 e o suspense e a tensão permanentes justificam o título do filme perfeitamente, levando o espectador a uma experiência de imersão nos acontecimentos e muita expectativa, principalmente por ser tratar de uma parte da história que realmente não era até então conhecida da grande maioria. Pelo que consta, o filme apresenta poucas imprecisões históricas no que se refere a seu tema principal, mas obviamente tais circunstâncias devem ser absolutamente toleradas, em nome da linguagem cinematográfica. 9,0
