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UM BELO DOMINGO (A BEAU DIMANCHE)

um belo domingoSou fã do cinema francês. É diferente. Nos costumes, no comportamento, na visão das coisas e do mundo, na forma de mostrar a relativa importância das coisas materiais. Este não é um filme para muitos. É lento, tem um personagem estranho e enigmático, a história não apresenta nada de muito grandioso, mas no final haverá, sim, um significado real e importante. Mas é preciso se gostar do gênero: que fala sobre solidão, rompimentos, buscas e sobre o desapego já referido. Toda a procura parecerá, afinal, reduzir-se a uma simplicidade quase imperceptível e inviável. Para que se chegue a isso, porém, muitas feridas são necessárias, embora na última cena a música deliciosa (Be my baby no original) dê o tom do que parece ser o resgate do melhor caminho. Com a bela Louise Bourgoin, Pierre Rochefort e a veterana e ótima Dominique Sanda, este drama dirigido pela também experiente atriz Nicole Garcia pode ser incluído no gênero “filme de arte”, ou seja, para gostos especiais.  7,8

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