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O HOMEM NO TERNO CINZENTO

23361_posterAlguns filmes antigos nos dão essa sensação: de vários filmes dentro de apenas um. Eram roteiros complexos, que abordavam uma linha de ação e em seguida seguiam por outras vertentes paralelas, criando um universo rico e às vezes até inesperado. Mas a qualidade final, claro, não era automática, dependendo da riqueza e coerência do texto, da direção e da interpretação (e, óbvio, da montagem e trilha sonora). O roteiro desde filme de 1956, embora na época tenha sido impactante e faça algumas reflexões bem importantes (carreira, sucesso, família…), tem altos e baixos e Gregory Peck é um ator elegante, talhado para determinado tipo de papel, mas não o vejo como um grande ator e acho que o personagem exigiria alguém mais visceral. Já Jennifer Jones é o oposto do fleumático Gregory e fornece o drama que o roteiro pede. De todo modo, é uma obra interessante e que merece ser vista, com a participação de Fredric March.  7,7

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