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I, TONIA

Este é um filme biográfico, estilo documentário. A narrativa e os depoimentos dos personagens que participaram dos fatos são típicos e enfocam a vida da polêmica ex-patinadora americana Tonya Harding, muitíssimo bem interpretada pela atriz Margot Robbie. É mostrada uma vida muito difícil, com a falta de um pai a partir de certa época e os maltratos desde a infância (passando pelos do marido), mas principalmente pela vida espartana imposta pela mãe desde os quatro anos da menina, mãe, aliás, muito bem vivida pela atriz Allison Janney. Ambas concorrem no Globo de Ouro de janeiro (2018), nas categorias de Melhor Atriz e Melhor Atriz Coadjuvante e o filme como Melhor Filme. É impressionante alguém ter disciplina e obstinação para superar todas as adversidades e ainda assim tornar-se uma celebridade e representante dos EUA nos maiores torneios de patinação do mundo. Mas o ponto nevrálgico e que acentua o caráter dramático do filme foi o incidente envolvendo a concorrente de Tonya, a patinadora Nancy Kerrigan, acontecimento que toma conta de toda a parte final. Foi um dos maiores escândalos esportivos da história. Nos créditos, cenas da vida real, inclusive com a verdadeira Harding apresentando o estupendo e corajoso movimento conhecido como triple axel, um dos mais ousados e difíceis da patinação e antes de Tonya nunca tentado antes em competições femininas internacionais.  7,8

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