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MISSÃO IMPOSSÍVEL 4 – O PROTOCOLO FANTASMA

O filme, que estreou no Brasil no final de 2011, é dirigido por Brad Bird (“Os incríveis”. “Ratatouille”) e preserva todos os elementos dos anteriores e a intenção da série da TV, acrescentando aos filmes anteriores talvez mais emoção e efeitos e dosando de maneira mais equilibrada a aventura, o drama e o humor. Tom Cruise faz com eficiência o papel do agente Ethan Hunt, em mais uma missão “quase” impossível. Eu sou fã de carteirinha da série da TV e acompanhava desde a adolescência os episódios com Peter Graves e sua turma, incluindo o homem que se disfarçava conforme a conveniência e que nos encantava, Martin Landau. Por isso talvez seja suspeito para comentar. Ainda mais que, com roupagem nova mas sem perder a essência, foi preservada uma das peças mais importantes da série, que é o início da ação, seguido pela faísca correndo no rastilho (longo pavio), ao mesmo tempo em que passam rapidamente cenas que se seguirão e toca a fabulosa e inesquecível música-tema do argentino Lalo Schifrin (que também compôs para outras séries, como “Mannix” e “O agente da UNCLE”) – essa música de abertura talvez a mais forte de todas as séries de TV das décadas 60/70. Com isso, principalmente para os fãs da época, o filme já começa emocionante e assim segue, com poucos momentos sem tensão e um visual extraordinário, como sempre,  à la filmes de James Bond. Alguns momentos são realmente de grande emoção e efeitos, como as cenas externas no mais alto prédio de Dubai. Embora hoje em dia não se saiba mais como separar o trabalho humano do feito no computador. Pra resumir, entrando-se no clima de cinemão, de que o cinema é nesse caso apenas e realmente uma grande diversão, o filme inebria os sentidos e é nota máxima. Pipocas a postos!   8,8

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