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THE GIFT

large_iQJlUncXv4mSR96XAKwD77MJwfVNão se trata de um filme especialmente marcante, mas tem o mérito de surpreender – o que não é pouco, diante da média de filmes que andam por aí – e de se tornar imprevisível com destaque em sua parte final. O começo que indica alguma banalidade vai aos poucos dando lugar para desdobramentos inesperados, dando início a um suspense bastante consistente e que revela, aos poucos, alguns segredos, alguns de maneira bastante dramática. Superado o início que parece trivial, o filme cresce, o enfoque a respeito dos personagens muda e os conceitos se misturam, o espectador não sabendo exatamente quem é quem, onde há culpa ou inocência, loucura ou sanidade. A essas alturas, o espectador, então, já estará curioso e bastante atento, com o filme cumprindo seu objetivo: na verdade, quando esquenta o filme produz tensão, como quando se intui o perigo, mas não se sabe exatamente de que forma ele vai se manifestar. Mérito do roteiro, do diretor e do trio principal, com destaque para a ótima Rebecca Hall. 7,8

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