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RODA GIGANTE

Este é o mais novo filme de Woody Allen. E, como dizem (e é a verdade), um filme de Woody já é melhor do que a média dos demais. Aqui, a época são os anos 50 e o local Coney Island. Vemos aquela introdução só com os letreiros com as antigas melodias de blue, jazz etc., que tanto são apreciadas pelo diretor, seguindo-se a primeira imagem (o impacto, após a apresentação), que já confirma a deslumbrante fotografia, comum a todos os seus filmes. Trilha sonora impecável e elenco escolhido a dedo, no caso um James Belushi diferente, mas muito denso, Kate Winslet, no papel de uma “senhora” e não de uma jovem (maravilhosa, como sempre), Justin Timberlake, um ótimo ator e Juno Temple, também revelação. Mas a história é um melodrama que poderia ser perfeitamente servido em um outro meio, como o teatro, por exemplo. O veículo escolhido foi o Cinema e, de fato, há algumas cenas que não funcionariam na seara teatral. Entretanto, não há muita criatividade no enredo, apenas sendo os personagens tratados com muita habilidade pelo diretor, assim como os diálogos. Porém a falta de algo novo acaba cansando um pouco. Mas o filme é polêmico, conquistando referências inclusive entusiasmadas de alguns críticos. Na minha opinião, está entre os dramas medianos do diretor.  7,8

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