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O GRANDE HOTEL BUDAPESTE

o grandeO filme (anglo-alemão) é belíssimo. Em todos os sentidos. Talvez o filme mais original dos últimos tempos. A arte é impecável. Produção, direção de arte, figurino…A trilha sonora perfeita, como a direção e todo o elenco. É uma comédia, meio non sense, com humor negro e um roteiro cuidadosamente articulado para contar uma história repleta de referências e de conteúdo, envolvendo um concierge do hotel que dá nome ao filme. Cuida da História (percorrendo algumas décadas entre as duas Grandes Guerras) e ao mesmo tempo conta uma história interessantíssima, divertida e emocionante. O pastelão, as citações, tudo é proposital e inteligentemente disposto. Algo realmente inovador e que merecidamente concorre a 9 Oscar. Mas na minha opinião Ralph Fiennes também merecia ser indicado. Ganhou o Globo de Ouro como Melhor Filme Comédia ou Musical e concorre a 11 Bafta (o Oscar britânico). No Oscar, a Melhor Filme, Diretor (Wes Anderson, que costuma fazer filmes com esse estilo meio “fantástico” de fotografia, vide Moonrise Kingdom), Roteiro original, Fotografia, Edição, Design de Produção, Figurino, Maquiagem e cabelo e Trilha sonora. O elenco é tão impressionante como a estética do filme: além de Fiennes, temos Tony Revolori (ótimo!), Saoirse Ronan, F. Murray Abraham, Adrien Brody, Edward Norton, Tilda Swinton, Jude Law, Mathieu Amalric,  Harvey Keitel,  Bill Murray, Owen Wilson,  Jeff Goldblum, Tom Wilkinson, Willem Dafoe e outros. O diretor explicitamente homenageia Stephan Zweig, o famoso escritor austríaco que o inspirou (inclusive alguns personagens…) e que morreu em Petrópolis. Talvez uma das muitas felizes frases do filme e que o define seja: “a história de uma ruína encantada”.  9,2

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