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HIGH SIERRA (SEU ÚLTIMO REFÚGIO)

Sem Humphrey Bogart seria um filme absolutamente banal. Porque apesar de alguns enfoques interessantes, no fundo acabam sendo variações sobre o mesmo tema. Talvez não época não fosse tanto assim, mas vendo hoje não desponta como uma das grandes produções. Inclusive há alguns altos e baixos do roteiro. Ida Lupino foi posta como um atrativo, mas na verdade não é uma atriz de grande destaque dramático. Entretanto, com Bogart no elenco  o nível sobe bastante, diante do indiscutível carisma do ator  e a bilheteria em pleno 1941 quase chegou a um milhão e meio de dólares. Três vezes o investimento. Mas o ritmo do filme é bom, idem a fotografia, a trilha sonora e a direção de Raoul Walsh, acabando por compor um conjunto bastante interessante e às vezes empolgante, com uma ou outra cena memorável. Bastante atraente a relação do personagem com a família e com a moça que queria dançar. Arthur Kennedy bem novo está quase irreconhecível e Bogart a partir desse filme nunca mais deixou de ser o primeiro nome nos créditos de qualquer elenco.  7,8

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