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GALLIPOLI

Gallipoli (1981)Um filme australiano de 1981, início da carreira de Mel Gibson e com o ótimo Mark Lee. Direção do renomado Peter Weir (O show de Truman, Sociedade dos poetas mortos, A testemunha, Mestre dos mares…). O que me levou a (re)ver este filme foi a série “Guerras mundiais”, de 2014, do History Channel, onde foi comentada Gallipoli como um dos maiores erros estratégicos e políticos de Churchill. Mas no caso, o filme não aborda o exército inglês e sim o australiano. E não se aprofunda na guerra, porque o seu objeto é a vida daqueles rapazes e os efeitos que a guerra provocou sobre elas, tão somente. É a história de jovens felizes e inocentes, porém corajosos e idealistas, de Perth (cidade no sudoeste da Austrália), que com a idade legal (?) de repente se veem envolvidos com a 1ª Guerra Mundial e os anseios de poderem defender sua Pátria (de uma futura invasão) e até mesmo a liberdade de todos os povos. Por esses motivos, planejam unir-se aos aliados e atacar os Turcos em sua própria terra, na região conhecida por Gallipoli, que é o nome da península, mas também como foi conhecida essa Campanha pelos australianos e também pelos neo-zelandeses (no Reino Unido, a ação foi conhecida como Campanha de Dardanelos). O filme não é um primor e quase todo ele parece ser levado naquele  meio tom de comédia até. Menos na parte final. Aí, sim, com a seriedade da guerra tudo muda, até o enfoque. E é justamente essa parte final do filme que vale a pena, quando assistimos aos acontecimentos, emoldurados pela música Adágio de Albinoni (que toca no início do filme) e que dramaticamente acentua tanto o drama, quanto a inutilidade e o desperdício, petrificados pela bela e pungente imagem final.  7,8

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