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DESEJO DE MATAR

Remake do filme  – na verdade uma série de filmes – que tornou Charles Bronson muito famoso na década de 70, este tem um acabamento moderno, “meio estilo gibi” e estrelado por Bruce Willis. Na minha opinião, apesar de carismático, Bruce beira o canastrão em muitas cenas, ficando longe do perfil que Bronson imprimiu  de 1974 em diante, nos diversos filmes e que fizeram um estrondoso sucesso na época (e até hoje são constantemente reprisados na TV). Mas isso não prejudica, em razão da dinâmica do filme e, como dito, do charme e experiência do ator, principalmente com a série “Duro de matar”.  Quem já conhece a história não terá novidades. Quem não conhece, ainda assim verá que não haverá nada que não seja previsível, mas sim os típicos clichês do gênero ação com suspense. E algum senso de humor, mesmo que meio negro. Mas é um roteiro enxuto, que cumpre o que promete e desperta algumas emoções, principalmente as básicas do ser humano, que faz com que torçamos sempre e acintosamente para o “vigilante”. O filme entrega uma roupagem moderna do sucesso antigo e uma visão bastante atual dos fatos e diverte sem pretensões, mas de uma forma segura e que não compromete em nenhum momento os seus propósitos. Ótimo com pipoca e guaraná. O diretor é Eli Roth (Bata antes de entrar, O albergue…) e também dele participam Vincent D`Onofrio, Elisabeth Shue e Dean Norris, entre outros.  8,3

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