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CINDERELA

277077.jpg-r_160_240-b_1_D6D6D6-f_jpg-q_x-xxyxxNo tempo em que o desenho da Disney fez aquele imenso sucesso, não existia a tecnologia adequada para tornar perfeitas, se fosse em filme, as cenas que exigiam efeitos, como, por exemplo, a transformação dos ratinhos em cavalos, da abóbora em carruagem e principalmente o reverso dessa transformação. Agora existe e de maneira espetacular. Mas não é só a imagem que torna esse filme encantador. A Disney optou por simplesmente transpor o desenho para a tela, como filme, não modernizando a história. É simplesmente a magia do conto de fadas transformada em filme, com toda a sua pureza e fantasia. É quase a mesma sensação de estarmos vendo o desenho, só que com personagens reais e na plenitude da beleza e dos efeitos especiais do cinema atual. Os atores são convincentes: a Cinderela é a adorável atriz Lily James (de Dawnton Abbey), o Príncipe é Richard Madden, igualmente com desempenho muito bom, os ótimos vilões são Cate Blanchett e Stellan Skarsgard e a fada madrinha Helena Bonham Carter. O diretor, Kenneth Branagh. Cabe uma crítica: a trilha sonora. As músicas originais –  notadamente a principal e a da fada madrinha – só tocam após terminar o filme, durante a exibição dos créditos. E é realmente uma pena, porque são muito bonitas e combinariam muito mais com a poesia toda. Possivelmente isso foi feito para atrair o público jovem. Mas acho que isso o próprio filme já faria, pois é tão belo quanto um conto de fadas…Agora, vale a pena esperar os “letreiros” terminarem, não só para ouvir as duas músicas, mas para ouvir a fala final da fala-madrinha, uma frase apenas, mas que vai arrancar risos pela inesperada originalidade.  8,0

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