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BABY DRIVER (EM RITMO DE FUGA)

O título em português se justifica porque o jovem protagonista é um exímio motorista para fugas de assaltos. Com um problema peculiar no ouvido, que faz com que tenha que permanentemente ouvir som alto para afastar o zumbido. Mas embora essa modesta sinopse pareça descrever algo trivial, o que vemos na tela está longe disso. O filme é adrenalina pura. O começo já é arrebatador e vamos viajando de uma cena a outra, com a música e com a câmera alucinando. E o mais extraordinário: o ritmo e o interesse se mantêm do começo ao fim. Sem perder o charme e o espaço de cada personagem, há cenas de tirar o fôlego, outras inesperadas, outras até emocionantes. E a ação não para. O espectador não tem tempo para tirar os olhos da tela. E não quer. Porque vai perder a diversão. O diretor, Oscar Wright (Homem formiga, Scott Pilgrim, Chumbo grosso) assim define sua obra: “é um filme de perseguição de carros guiado pela música”. Mas não é só isso: tem ótimo e imprevisível roteiro, com senso de humor fino e inteligente e as peças todas muito bem encaixadas. E um grande elenco está afinado com a direção e a edição: Kevin Spacey, Jon Hamm, Jamie Foxx e o casal jovem formado por Ansel Ergort (A culpa é das estrelas, Divergente) e Lily James (Cinderela). Uma surpresa agradável, realmente uma delícia de filme. Imperdível.  9,0

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