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A 25ª HORA

Um belo e sensível filme, de 1967 e estrelado por Anthony Quinn. A história, “sobre” a guerra e não “de” guerra, apresenta-se leve em alguns momentos e extremamente dramática em outros, principalmente na parte final, sendo bastante inspirada e feliz na sua marcante e derradeira cena. Testemunhamos reviravoltas inacreditáveis e até bizarras nas desventuras do personagem, inocente agricultor e muito bem interpretado por Quinn, um dos atores mais versáteis do cinema. Virna Lisa, uma bela atriz da época, também estrela, sob a direção de Henri Verneuil (Os sicilianos, I…como Ícaro). A partir da Romênia de 1939, são retratados fatos relacionados com a Segunda Grande Guerra, envolvendo o domínio Alemão sobre grande parte da Europa (o totalitarismo…), as invasões dos russos, as perseguições aos judeus etc. O título do filme faz referência a um livro escrito por um dos personagens, sendo que seu autor já no início do filme esclarece –  após o anúncio pelo rádio da invasão da Tchecoslováquia pela Alemanha e um discurso de Hitler –  que tempos difíceis se aproximavam, que as 24 horas do dia já estavam perdidas e que aquele momento vivido seria, então, a 25ª hora. Baseado em sucesso literário de Virgil Gheorghiu, que o escreveu quando em campo de concentração americano, a trilha sonora é de Maurice Jarre.  8,7

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